Arautos do Divino

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Em Arautos do Divino — Reflexões, Rávola José partilha com o leitor memórias da infância e da adolescência ligadas à religião. Dos pais e da madrinha de batismo, católicos praticantes convictos, adquiriu as bases de uma educação baseada no trabalho, na honestidade, na lealdade e no respeito pelos seus semelhantes. Por imposição, até final da adolescência cumpriu todos os rituais religiosos, mas chegou um tempo em que começou a duvidar da bondade de certos preceitos bíblicos e, principalmente, a ter...

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Descrição

Em Arautos do Divino — Reflexões, Rávola José partilha com o leitor memórias da infância e da adolescência ligadas à religião. Dos pais e da madrinha de batismo, católicos praticantes convictos, adquiriu as bases de uma educação baseada no trabalho, na honestidade, na lealdade e no respeito pelos seus semelhantes. Por imposição, até final da adolescência cumpriu todos os rituais religiosos, mas chegou um tempo em que começou a duvidar da bondade de certos preceitos bíblicos e, principalmente, a ter uma opinião muito crítica em relação a determinadas práticas dos ajuramentados arautos de Deus por as achar pouco ou nada consentâneas com o espírito e a letra da doutrina do Deus do Novo Testamento, Jesus Cristo. As suas perplexidades foram aumentando à medida que se ia apercebendo de múltiplas incongruências entre a palavra de ilustres oradores de sotaina nos seus longos, eloquentes e muitas vezes inflamados sermões moralistas, e a sua prática diária. Fruto dessas perplexidades, cada vez mais profundas, Rávola José foi-se tornando, naturalmente, um crente irreverente. No plano do divino começou a questionar alguns dos dogmas da "sua" religião e no plano do material, do mundano, passou a julgar desfavoravelmente o comportamento de muitos fiéis e arautos da religião, que apregoam o respeito e o cumprimento dos preceitos instituídos pela Igreja Católica e no entanto passam a sua vida a violar, de forma sistemática e consciente, essas mesmas normas. Em meio século de profundas reflexões, Rávola José interroga-se sobre três grandes questões. A primeira, comum a todos os crentes: saber o que espera o Homem depois da morte; a segunda, saber se a fé e a prática religiosa são imprescindíveis para o Homem "ganhar o céu" ou "salvar a alma"; e a terceira, saber se está mais perto do céu o crente dissoluto, ou o descrente impoluto.

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