O Fracasso da Inteligência

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"Se existe uma teoria científica da inteligência, deveria existir uma outra igualmente científica relativa à estupidez. Acho mesmo que leccioná-la como disciplina comum em todos os níveis educativos produziria enormes benefícios sociais. Sendo o primeiro deles vacinar-nos contra a parvoíce, profilaxia urgentemente necessária." Assim começa este novo livro de José António Marina, que tenta responder a perguntas que todos nos fazemos. Por que nos equivocamos tanto? Por que nos empenhamos em azedar-nos...

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Descrição

"Se existe uma teoria científica da inteligência, deveria existir uma outra igualmente científica relativa à estupidez. Acho mesmo que leccioná-la como disciplina comum em todos os níveis educativos produziria enormes benefícios sociais. Sendo o primeiro deles vacinar-nos contra a parvoíce, profilaxia urgentemente necessária." Assim começa este novo livro de José António Marina, que tenta responder a perguntas que todos nos fazemos. Por que nos equivocamos tanto? Por que nos empenhamos em azedar-nos a existência? Por que é que as pessoas inteligentes fazem coisas tão estúpidas? Por que tropeçamos cem vezes na mesma pedra? O autor desaloja a inteligência do seu trono platónico. Onde se dedicava às puras tarefas da razão pura, em malabarismos cartesianos, para submergi-la na vida diária, nos labirintos palpitantes do coração, na impura razão prática. O grande objectivo da inteligência é a felicidade e, por isso, todos os seus fracassos têm a ver com a infelicidade. Nesta obra faz-se pela primeira vez uma taxonomia da inteligência fracassada, uma herborização dos mecanismos da estupidez. Há fracassos cognitivos e afectivos, linguagens fracassadas e fracassos da vontade, há fracassos pessoais e políticos. O fanatismo, o desamor, a incompreensão no seio dos casais, as múltiplas dependências, a injustiça, a rotina, os pântanos do medo e a submissão, os heroísmos criminosos, a ferocidade glorificada, são derrotas da inteligência. "Leva-me a estudar um assunto tão complicado a minha cultura de pedagogo", escreve Marina, e demonstra uma vez mais a sua vocação prática. "Não gosto do fracasso, confesso-o. Acho que a inteligência pode triunfar, sendo desejável que assim acontecesse. Não serei eu quem deixe de tentar. A finalidade deste livro é pormo-nos a salvo da estupidez e, dessa maneira, ajudar a reduzir a vulnerabilidade humana.

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